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Entrevista

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    Sarah Oliveira é atualmente contratada do GNT e apresenta o “Viva Voz Futebol”

    Ela é Sarah Oliveira — a “Sarah da MTV” ou a “Sarah do ‘Disk”, para os saudosos do canal musical. Foram seis anos de trabalho prestados à MTV Brasil, onde comandou o “Disk MTV” e “Top 20 Brasil”, dentre outros. Uma escola que lhe ensinou não apenas a trabalhar em frente às câmeras como também estar apta para produzir um programa em todas as suas fases, do roteiro, passando pela captação e edição.

    Ao sair da MTV Brasil, em 2006, Sarah Oliveira assinou com a Globo, onde fez reportagens para os programas “Vídeo Show” e “Mais Você”. Na sequência, foi liberada pela emissora carioca ao projetar uma atração que seria veiculada pelo “Fantástico”, enquanto quadro. Um diretor da Casa viu no formato potencial para voo solo e, assim, nasceu o “Conexão Direta”, no GNT.

    Logo o programa mudou de nome e nasceu o “Viva Voz”, que já teve especiais com novelas, músicos e, atualmente, em ano de Copa do Mundo, fala de futebol. Os especiais musicais geraram o “Na Trilha da Canção”, documentário que terá sequência em breve, como a apresentadora revela nesta entrevista exclusiva ao RD1.

    Confira:

    RD1 - Você está no ar com o “Viva Voz Futebol” e já declarou não ser muito ligada em futebol. Teve dificuldades para se preparar para esse programa?

    Sarah - Não diria dificuldades, mas tive que aprender algumas coisas. Não sabia nem o que era um zagueiro ou um volante. Mesmo sendo um programa de comportamento e a pauta girar em torno disso, e não do futebol, do esporte em si, fiz questão de ver em vídeo todos os lances mais marcantes dos meus convidados: o carrinho que o David Luis deu pra impedir aquele gol da Espanha no final da Copa das Confederações ou as jogadas lindas do Paulinho pelo Corinthians — ele levou o timão nas costas quando atuava nele — ou qualquer drible e gol do Ronaldo — não é à toa que é ele o “fenômeno”, o que ele fazia no campo é um balé, coisa linda! —; Romário, que não curtia treinar mas entrava no jogo como se tivesse treinado horrores, o homem-gol ou, então, o Zico — mestre! — batendo falta com aquela técnica preciosa dele… Aí eu fiquei bem envolvida e entendendo mais ainda a importância destes caras dentro do futebol. Isso me deixou à vontade com eles. Na Copa, vou até ver um jogo da seleção inteiro, sem me distrair e esperando gol do David e do Paulinho!

    RD1 - O “Viva Voz” te dá muitas possibilidades, já que produziu diversos formatos do programa, como musicais e com autores de novelas, além da versão futebol. Como você avalia esse programa?

    Sarah - O “Viva Voz” é muito eclético, mesmo. A gente pode sempre voltar à grade com especiais ou com temporadas “normais”, depende do momento. Tenho uma equipe unida e querida, todos amigos que estão nesta porque gostam do projeto e sinto que o programa reflete isso. A Fê Thompson, é minha melhor amiga, empresária e produtora executiva. o Esmir Filho — cineasta responsável pelo longa “Os Famosos e os Duendes” e de curtas como “Alguma Coisa Assim” e “Tapa na Pantera” — é meu irmão e consultor editorial, quem formata comigo todos os programas, os especiais e os docs “Na Trilha da Canção”; a Vera Egito — roteirista de “Serra Pelada” e diretora de cinema — dirigiu desde 2010, depois o Daniel Ribeiro — diretor de “Eu Não Quero Voltar Sozinho”. Este de futebol foi a cineasta Flavia Thompson que dirigiu, enfim, todos meus amigos pessoais e todos do cinema. Acho que deu certo misturar estas duas linguagens. Não posso dar detalhes, mas posso adiantar que no segundo semestre teremos novidades em relação ao “Viva Voz” e, no ano que vem, criarei outro “Na Trilha Da Canção” — meu documentário musical e xodó. Tô feliz por isso também. Amo o GNT e ter meus projetos no canal é uma satisfação profissional e pessoal. Tenho orgulho de ter feito parte da MTV e agora do GNT, dois canais que sempre produziram conteúdo inteligente e dos quais sempre fui telespectadora.

    RD1 - Ele já surgiu pensado dessa forma ou vocês foram moldando com o tempo?

    Sarah - Eu tive a a ideia do formato em 2010, este talk show com anônimos fazendo um diálogo com o artista através das locações inusitadas — eu ainda era contratada da Globo e mostrei pro “Fantástico”. Um dos diretores da Globo, o Luiz Gleiser, achou a cara do GNT e que renderia um programa e não um quadro. Então, ele me ajudou a fazer esta ponte. Eu e Esmir formatamos pensando no GNT e minha empresária procurou a Letícia Muhana — diretora do canal na época — e apresentamos. Ela adorou. Aí, “migrei” pra Globosat. A Globo foi muito bacana comigo.

    RD1 - Como você acha que teria sido a aceitação do programa enquanto quadro, na Globo?

    Sarah - Deu muito certo no GNT pois temos muita liberdade editorial e estética. Talvez na Globo, por ser uma emissora aberta, teríamos que mudar a linguagem, a montagem, os planos, os quadros, o uso da go pro, da 5D. Talvez não “caberiam” lá — e algumas locações “modernosas” também não! (risos)

    RD1 - Na Globo você teve passagens pelo “Vídeo Show” e “Mais Você”. Como foi essa fase e a repercussão junto ao público?

    Sarah - Eu fiquei quase cinco anos no “Vídeo Show” e senti muita diferença. Eu vinha da MTV, onde só era conhecida pelo público jovem e teen. Com o “Vídeo Show”, viajei o Brasil todo pra fazer matérias de making off. Acre, Sertão da Paraíba, interior do Sul, etc, e todo mundo assistia e amava o “Vídeo Show”. Era impressionante. Na época, dava 18 pontos de audiência. É muita loucura isso, gente! E eu trabalhava com uma equipe do Rio e outra de São Paulo, gente finíssima que se tornaram grandes amigos. Eu adorava fazer o “Vídeo Show” e viajar! Fiquei um mês na Índia gravando. Dos momentos mais especiais da minha vida pessoal e profissional… inesquecível!

    RD1 - Ainda te ligam à antiga MTV e você também é nostálgica com relação ao canal, sempre compartilha alguma coisa nas redes sociais. Acha que a TV nacional perdeu sem as experimentações que eram promovidas ali?

    Sarah - Olha, o que rolava na MTV era muito pontual e específico. As pessoas que estavam por trás da emissora eram os telespectadores do canal, sabe? Quem estava ali produzindo, dirigindo, fazendo câmera, era quem um dia ligou pra votar no Nirvana no “Disk”. Rolava uma vontade absurda de fazer uma TV que não idiotizasse a audiência, principalmente a audiência jovem. Quase todo mundo ali tinha seu lado B, sua integridade preservados. Posso ser ingênua dizendo isso, mas eu realmente sentia isso.

    As pessoas tinham uma paixão em comum: a música. E também eram muito bem informadas sobre o que rolava no país. Isso faz toda diferença. Gente jovem, com acesso a cultura e com um espírito transformador. A energia que transbordava ali era essa. A gente dividia o mesmo camarim com os outros apresentadores. um camarim micro, isso possibilitava o diálogo, a troca. Não tinha muito isso do glamour da TV, todo mundo ali ralava. Eu e a Person por exemplo, sempre participamos de reuniões de pautas, decupávamos nossas entrevistas, ajudávamos nas montagens delas. O Cazé era um criador e não só um apresentador, entende? Nós tínhamos essa liberdade e essa vontade. Hoje, eu produzo o “Viva Voz” pois aprendi na MTV a fazer isso. Não estávamos ali apenas pra ler TP, a gente tinha que gerar conteúdo. Foram 6 anos de muito amor, trampo e aprendizado, e éramos novinhos, o que deixa uma marca forte na nossa memória afetiva. Foi tudo lindo.

    RD1 - Já conferiu alguma coisa da “nova” MTV?

    Sarah - Não assisti ainda!

    RD1 - Você não expõe muito sua vida pessoal, apesar de dividir um pouquinho de sua fase mãe com os fãs. Qual a diferença da Sarah Oliveira antes e depois de Chloe?

    Sarah - Pois é, eu às vezes consigo que o Thiago — meu marido, low profile total — “libere” que eu poste algumas fotos da Chloe, de relance. Ele não gosta de ver o rosto dela escancarado por aí e eu respeito. Também acho que não iria curtir super expor a pequena. Não combina comigo, embora adore acompanhar as fotos que amigos postam de seu dia a dia. Cada um tem seu perfil e sua proposta de vida e de trabalho. Eu realmente estou muito feliz com ela. Uma menina carinhosa demais. Todo o meu raciocínio mudou, o funcionamento da casa, minha relação com Thiago, com minha mãe, com meus irmãos, enfim, os papéis se modificam! Seu marido e você e agora tem uma continuação viva da parceria de amor e de vida que vocês estabeleceram. Você deixa de ser filha e passa a ser mãe; deixa de ser a irmã super-protetora e passa a aprender a contar com seus irmãos, agora tios. Essa transformação é orgânica e se você tiver serena pra aproveitar o que de interessante e bom ela te traz, é maravilhoso, Você ressignifica os papéis todos. Acho lindo! Então, com certeza terei mais filhos. Tô apaixonada!

    RD1 - Você já declarou não ter babá, totalmente o oposto de muitas famosas, mas é algo que a sua rotina permite, por poder levá-la à produtora e em gravações. Se considera privilegiada por poder trabalhar e ao mesmo tempo estar presente na vida dela?

    Sarah - Na verdade, a pergunta da jornalista era bem enfática: “Você tem babá? Aquelas tradicionais que usam branco?”. Eu respondi que não, e essa é a pura verdade. Eu tenho uma pessoa que me ajuda em tudo em casa e vem todo dia — a Dalva — e uma faxineira que vem duas vezes por semana — Dona Odete. Ambas amam a Chloe. Se eu precisar, dão banho, almoço, passeiam! A Dalva fica 1h a mais se o Thiago não está ou se minha mãe ou minha sogra não podem ficar — quando eu tenho gravações ou eventos de trabalho à noite. O Thiago manja muito de tudo que envolve uma criança, isso traz segurança. E como você disse, ficar com a minha filha é algo que minha rotina permite. Tem gente que se organiza de outras formas e temos que respeitar o funcionamento de cada casa. Chloe é mto minha parceira e me acompanha muito. Quando não é adequado, arranjo meus esquemas. Amamentei por um ano e consegui trabalhar e até viajar a trabalho — tirava leite com a bombinha e deixava armazenado pra quem tivesse com ela dar de dia e o Thiago à noite. Eu a levo na natação três vezes por semana, agora vai começar a escolinha… Vai ser mais fácil! Não sei como será com o próximo filho, mas vou me adaptando… com o maior prazer!

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    Pietra Goa integra o elenco de “Pecado Mortal”

    Pietra Goa vive seu primeiro trabalho na televisão na novela “Pecado Mortal”. Com apenas 10 anos, a jovem atriz nasceu nos Estados Unidos e veio ainda com alguns meses de vida para o Brasil.

    O começo na televisão foi por acaso. Uma agente de elenco a encontrou no elevador de um condomínio e fez convite para um teste. Em conversa com o RD1, ela diz que o momento mais difícil da profissão ocorre quando quando o autor Carlos Lombardi pede para a personagem chorar.

    Confira a íntegra da entrevista:

    RD1 - Pietra, como avalia seu primeiro trabalho como atriz?

    Pietra - Maravilhoso, eu adoro! O que mais gosto é conviver com outros atores mais experientes.

    RD1 - Ser tão nova e já trabalhar é tranquilo para você? E os estudos?

    Pietra - No começo, foi bem radical. Agora, estou me acostumando com esse novo ritmo e tenho certeza que vou passar de ano tinindo.

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    RD1 - Você nasceu nos Estados Unidos. Como foi essa mudança?

    Pietra - Eu vim para o Brasil com alguns meses, nem senti a mudança.

    RD1 - Você domina muito bem o inglês e estuda em uma escola americana. Conta como é…

    Pietra - É muito legal, adoro minha escola. É muito legal aprender duas culturas ao mesmo tempo: a brasileira e a americana. Na minha escola, por exemplo, fazemos cheerleading, que é aquele grupo de líderes de torcida que faz acrobacia e torce pelo time da escola. As festas de Halloween também são muito legais. Mas, ao mesmo tempo, também celebramos o folclore brasileiro. A escola faz festa junina, por exemplo.

    RD1 - Você começou sua carreira por acaso. Como foi?

    Pietra - Uma vizinha que trabalha como empresária de vários atores começou a convencer minha mãe a fazer um book. Ela dizia que eu tinha carisma, que estava escrito nas estrelas e que eu seria uma grande atriz. Fiz o book e logo em seguida fui chamada para um teste na Record. Havia umas vinte meninas concorrendo. Para minha surpresa, passei na primeira fase. Depois, fui para a segunda fase do teste com umas 12 meninas e, mais uma vez, passei. Fiquei muito feliz! Eu nem fazia teatro e nem estudava cinema naquela época.

    RD1 - O que você mais gosta de fazer quando não está gravando nem estudando?

    Pietra - Gosto de brincar com minhas amigas, me maquiar, ir ao teatro e cinema, comer em restaurante japonês e dormir (risos).

    RD1 - Você deseja continuar na profissão e fazer mais novelas?

    Pietra - Sim, quero muito continuar nessa carreira. Me dedico muito porque quero ser uma grande atriz e não só mais um rostinho bonito, como diz minha mãe (risos).

    RD1 - O que é mais difícil no seu trabalho em “Pecado Mortal”?

    Pietra - Chorar quando o Lombardi, que é o autor da novela, escreve na cena: “Rafaela chora”. Dá um frio na barriga!

  • Marcelo-BBB-14

    Marcelo foi o quarto colocado no “BBB14″

    Um dos favoritos ao prêmio do “Big Brother Brasil 14″, Marcelo foi o quarto colocado da atração e deixou a disputa dias antes da final. Em conversa com o RD1, ele revela que, apesar de ter brigado verbalmente com algumas pessoas no reality, aqui fora é bem calmo: “Nunca briguei fisicamente na minha vida com alguém”.

    Dentro do programa, o brother se relacionou com Letícia e Angela. Ele revelou que o envolvimento com Angela foi bem maior. “Com a Letícia foi muito rápido e ela saiu da casa logo. Com a Angela foi um envolvimento muito maior”, conta.

    Confira a entrevista completa:

    RD1 - Hoje, o que você pensa sobre o episódio com o Cássio?

    Marcelo - Saí e vi poucas coisas, nem quis assistir muito. Houve exagero com a palavra que ele utilizou, mas tem coisas que acontecem que tem que se resolver dessa maneira mesmo. O que eu fico tranquilo é que o Brasil todo viu que não houve abuso e isso está muito evidente. Sem necessidade de continuar essa situação.

    RD1 - Se não tivessem te contido, você acredita que partiria para as vias de fato?

    Marcelo - Difícil a gente dizer. Realmente, eu estava bem nervoso. Não tem como eu te dizer como seria, se partiria pra cima ou ele partiria pra cima de mim. Não tem como imaginar.

    RD1 - Aqui fora você é mais calmo que no “BBB”?

    Marcelo - As brigas que eu tive, verbais, sempre foram de acordo com o que eu caracterizava como injusto. Eu sempre cobrei as coisas das pessoas que deveriam proceder de forma diferente. O tom de voz, ou a situação com Cássio e Junior, ou Aline, que jogou o copo de bebida no meu rosto, por exemplo. Me exaltei mais com provocações e fui sincero com meu pensamento em relação a minha indignação. Nunca briguei na minha vida fisicamente com alguém. Aqui fora não, sou mais tranquilo.

    RD1 - Você se envolveu com duas pessoas no “BBB”…

    Marcelo - Com a Letícia foi muito rápido e ela saiu da casa logo. Com a Angela foi um envolvimento muito maior, em todas as questões.

    RD1 – Você pretende se relacionar com a Angela aqui fora?

    Marcelo - No momento, não tenho como cogitar nada. O que eu posso dizer é que o que aconteceu lá, continuaria lá, porque acho que temos personalidades diferentes, apesar de sermos parecidos em alguns aspectos. Não sei até onde ela foi verdadeira comigo nesses três meses. Conversar eu penso, como com qualquer outro. Eu acho que se existe alguma possibilidade de aproximação, tem que ser da parte dela. Da minha não, diante de algumas coisas… É uma aproximação que depende dela.

    RD1 - Quem foi mais falso no programa?

    Marcelo - Me surpreendi com a Aline, com seus altos e baixos e suas posições que mudavam de uma hora pra outra.

    RD1 - Quem você pretende levar como amigo?

    Marcelo - Amizade só com Roni e Poly. São as duas pessoas que fui mais próximo e aqui fora continuaremos a amizade. Com a Poly passei mais tempo compartilhando ideias. Ela é muito pura. Os dois com certeza. Convivi com os 20 e jamais vou virar a cara pra ninguém.

    RD1 - Como está sendo sua relação com a torcida?

    Marcelo - Foi uma coisa que me impressionou muito. Eu não tinha a dimensão do que se passava. O carinho é muito grande e as mensagens são impressionantes. Estou tentando sempre falar com elas. Juntos até depois do fim.

    EXCLUSIVO: “Cada um usa a arma que tem”, diz Cássio sobre polêmica do call center no “BBB”

    RD1 - Com o que você pretende trabalhar?

    Marcelo - Vou aproveitar a visibilidade que o programa me deu. Como tenho contratos, não posso fazer publicidade, mas agora eu vou tentar ver as oportunidades que vão se abrir com presenças. Imaginei sempre ser ator e trabalhar nessa área. Eu, antes de trabalhar como administrador, já modelava e quero ir para a área artística.

    @ToddynhaM Qual foi sua reação ao saber que grande parte do público do “BBB” te considera o campeão do povo?

    Marcelo - Eu fiquei surpreso em saber porque eu não imaginava, nunca imaginei ser campeão. Talvez para os outros eu possa ter tido essa imagem lá dentro, mas, pra mim, nunca. Claro que fiquei muito feliz.

    @AngelQueens2 Se arrepende de algo que fez no “Big Brother”?

    Marcelo - Me arrependo da insistência com a Angela e ficar tentando muito. Mas lá dentro, confinados, ficamos carentes. Mas outras coisas não.

    @FCMarcelaSam Aceitaria fazer trabalhos juntamente com a Angela?

    Marcelo - Profissionalmente, até pode ser. Depende da situação e tipo de trabalho. Talvez pode ser que sim.

    @_isatweets_ Já sabe se vai morar no Rio ou em Curitiba?

    Marcelo - Estou decidindo ainda, mas em Curitiba não fico. Rio de Janeiro ou São Paulo.

  • Geraldo

    O apresentador Geraldo Luís

    O “Domingo Show” registrou queda de audiência após uma estreia em primeiro lugar, batendo a TV Globo, mas segue como um dos principais produtos da Record nestas últimas semanas e sempre “beliscando” a liderança.

    Em uma rápida conversa com o RD1, Geraldo Luís disse que os bons resultados pegaram a equipe de surpresa e falou em “susto de felicidade”. O apresentador ainda definiu a linha que seguirá o programa nas próximas semanas.

    Confira:

    RD1 – Qual foi sua reação após o sucesso da estreia do “Domingo Show”?

    Geraldo Luis - A repercussão do primeiro programa foi muito grande. Tinha um conteúdo forte, histórias bacanas, o “Domingo Show” alcançou a marca de 17 pontos de pico na audiência. Foi um susto de felicidade. A repercussão popular que teve foi uma surpresa muito grande.

    RD1 - Você se inspirou em quem para estar em um programa de TV aos domingos?

    Geraldo Luis - Fui apresentar o “Domingo Show” sem a pretensão de copiar ninguém. Fui sendo eu mesmo. Mas se falarmos em alguma referência, é impossível não falar em Silvio Santos.

    RD1 - Quais serão os passos do “Domingo Show” daqui pra frente?

    Geraldo Luis - Continuaremos misturando jornalismo e entretenimento e falando com o povo.

  • Bernardo Falcone lança quarta música do CD "Beatification"

    Bernardo Falcone lança quarta música do CD “Beatification”

    Bernardo Falcone ficou muito conhecido do público teen por causa do personagem Téo, da versão brasileira de “Rebelde”, que chegou ao fim em 2012 na Record. No entanto, o ator nunca abandonou a carreira musical e, nesta quarta-feira (02), por exemplo, lançou o seu quarto e novo single “On Fire Tonight” com a participação dos ex-integrantes da segunda temporada do “The X-Factor USA”, Lyric145.

    O CD, chamado “Beatification”, está disponível para a pré-venda no iTunes, mas o lançamento oficial acontece no dia 29 de abril. Por isso, o RD1 conversou com Bernardo e o galã teen contou mais detalhes do álbum.

    Confira a entrevista na íntegra:

    RD1 - Você tem se dedicado ao seu primeiro CD há mais de um ano. Depois de todo esse processo, como é vê-lo pronto?

    Bernardo Falcone - O CD já estava pronto há algum tempo. Fiquei me dedicando a alguns ajustes finais, mas percebi que se eu ficasse elaborando demais ia perder o ‘timing’. Eu já estava feliz desde o início de todo o processo criativo. Eu fico muito feliz em ter criado algo em que eu acredito, algo que eu gosto de ouvir e agora é hora de dividir com o mundo.

    RD1 - As músicas são dançantes e voltadas para o público jovem. Como foi a escolha do repertório? Por que as canções são em inglês?

    Bernardo Falcone - Claro que o público jovem é o forte, mas não me limito a dizer que minha música é para um público determinado. Quero botar todo mundo para dançar e se divertir. A escolha pelo inglês veio naturalmente. As letras e os improvisos de melodia vieram assim na minha cabeça. Isso nunca foi o único caminho, mas foi o caminho que acabou acontecendo.

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    Sobre o repertório, os temas são basicamente sobre as minhas experiências de vida, coisas que eu vejo, a maneira que encaro o mundo.

    RD1 - Quais foram as suas inspirações para esse CD?

    Bernardo Falcone - Tudo me inspira. Uma batida me inspira, um som, um pôr do sol, no caso de “On Fire Tonight”. Uma cena, uma expressão do dia a dia. Tudo é música.

    Bernardo Falcone publicou capa do CD nas redes sociais

    Bernardo Falcone publicou capa do CD nas redes sociais

    RD1 - Você sempre usou o seu lado musical mesmo nos trabalhos como ator. Agora, o foco é a carreira de cantor?

    Bernardo Falcone - Eu sou um artista. Eu me expresso por meio da arte. Eu tento contribuir de alguma forma com o mundo por meio da minha arte. Seja atuando, que estou morrendo de saudade, ou cantando. Quando faço um, tenho saudade do outro.

    RD1 -  Você fez “Rebelde” na Record. Como tem sido o apoio dos fãs da novela para o lançamento do CD?

    Bernardo Falcone - Os fãs de “Rebelde” são um presente na vida de todos que participaram daquele projeto. A paixão com que faço meu trabalho se reflete nos sorrisos que eu vejo no rosto deles.

    RD1 - Tem algum projeto novo como ator? Ainda é contratado pela Record?

    Bernardo Falcone - Não estou na Record desde o fim de “Rebelde”. Existem algumas coisas engatilhadas aí, mas nada de concreto. Enquanto isso, vou fazendo música. Mas já estou morrendo de saudades da correria das gravações.

    Ouça o novo single de Bernardo Falcone:

  • Priscila Fantin está em cartaz no filme "Jogo de Xadrez"

    Priscila Fantin está em cartaz no filme “Jogo de Xadrez”

    Com 15 anos de carreira, Priscila Fantin ficou conhecida do público por interpretar mocinhas na TV, como a Serena da novela “Alma Gêmea” (2005), escrita por Walcyr Carrasco. Agora, a atriz está em busca de desafios e de oportunidades para fazer trabalhos diferentes.

    Desde o dia 20 de março, ela está em cartaz com o filme “Jogo de Xadrez”, o primeiro longa-metragem do cineasta Luis Antonio Pereira. Na produção, Priscila é Mina, uma presidiária que fraudou a Previdência Social. Sem liberdade, a protagonista precisa lidar com os perigos de uma prisão e tentar se proteger das ameaças de um político.

    Em entrevista ao RD1, Priscila Fantin falou sobre o desafio de trabalhar em “Jogo de Xadrez” e dos seus planos para a televisão.

    Confira a conversa:

    RD1 - Em “Jogo de Xadrez”, a sua personagem, Mina, possui uma aparência bem maltratada. Para você, foi tranquilo passar por essas transformações para o papel?

    Priscila Fantin - Acho que eu era a mais empolgada para ficar maltratada! Fizemos rugas, dentes amarelos e descolorimos e pintamos várias vezes o cabelo! Adoro me transformar! Sou intensa e me entrego por completo ao papel.

    RD1 - O que te fez aceitar o convite para participar do primeiro longa-metragem de Luis Antonio Pereira?

    Priscila Fantin - A vontade de fazer algo diferente e de apostar no trabalho de um diretor pouco experiente e tão obstinado!

    RD1 - Em outras oportunidades, você já afirmou que pretende buscar personagens diferentes. O cinema é um espaço que te desafia como atriz?

    Priscila Fantin - Na verdade, são as personagens que me desafiam, não o veículo.

    RD1 - Como foi a sua preparação para o filme?

    Priscila Fantin - Mergulhei no universo carcerário. Assisti a filmes e ao documentário que a Cristiana Oliveira fez do laboratório dela com depoimentos de presidiárias. Fui visitar a Talavera Bruce [penitenciária do Rio de Janeiro] e entrei nas celas, nas separadas e nas comuns. Conversei com as presas, abracei, observei seus trejeitos e o endurecimento que aquele lugar causa. Perguntei sobre os seus sonhos, comi o pão que fizeram, entendi os códigos e reparei na higiene pessoal e a vaidade.

    RD1 - “Jogo de Xadrez” é uma trama densa e de caráter político. Nos últimos anos, várias comédias estão sendo lançadas e todas com muito sucesso. Em contrapartida, outras produções têm se destacado justamente por apostar na diversidade de gêneros. Como você encara isso?

    Priscila Fantin - Quanto mais filmes o Brasil fizer, independente do gênero, melhor para todo mundo!

    RD1 - Sobre a carreira na TV, qual é a sensação de voltar ao elenco de “Malhação” após quinze anos da primeira passagem?

    Priscila Fantin - Sensação de voltar para casa! Fui recebida com muito carinho e saudade, totalmente recíprocos. Tinha gente lá da equipe técnica desde a minha época! Achei muito simbólico voltar ao ar em ‘Malhação’, onde tudo começou.

    RD1 - Depois de “Malhação”, já possui algum outro trabalho previsto para a televisão?

    Priscila Fantin -  A série “As Canalhas”, do GNT, onde interpreto Júlia, a secretária extraordinária. 

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  • José-de-Abreu-em-Joia-Rara

    José de Abreu como Ernest Hauser

    José de Abreu é um dos mais renomados atores do país. Em 2012, viveu um dos melhores momentos de sua carreira, como o Nilo de “Avenida Brasil”, o maior sucesso comercial da Globo no exterior, fenômeno em países como Argentina e México: “É um privilégio, é sorte. Não temos ideia quando começamos a fazer”, diz

    Assíduo no Twitter, ‘Zeh”, como se intitula, divide diariamente com seus mais de 80 mil seguidores ideologias políticas. Militante do PT, ele assumiu que doou dinheiro para a fiança de José Dirceu, e confessou amizade de longa data: “Somos amigos desde 1966, fizemos direito juntos, fomos presos juntos e somos amigos há quase 40 anos. Não tive a menor dúvida de ajudar”. O ator aproveitou para defender o condenado no processo do Mensalão: “O Dirceu foi condenado por corrupção ativa e, na verdade, ele é corrompedor”, crava.

    A novela “Joia Rara”, onde interpreta Ernest Hauser, está em sua reta final. Abreu conta o que está por vir na trama das seis e também adianta detalhes de seu trabalho seguinte, em “O Rebu”: “É um personagem que é sócio do Tony Ramos e marido da Cássia Kiss, ex-sócio da Patricia Pilar. Todos tem envolvimento com empreiteira”.

    Confira a entrevista exclusiva ao RD1:

    RD1 - O que vem aí em “Joia Rara” nessa reta final?

    José de Abreu - Vou preso, sofro um infarto na cadeia porque recebo um bilhete do Manfred. Acho que devo ficar com Dália! Já gravei as cenas mais longas, agora só pequenas cenas até o fim.

    RD1 - A novela tem uma fotografia impecável. Como é participar desse projeto?

    José de Abreu - Quando a Amora começou a falar dela, ainda quando gravávamos “Avenida Brasil”, sabíamos que ela tinha ideia boas. O elenco é bom e o pessoal gosta muto dela. Fizemos ensaio e teve toda uma preparação com uma nova iluminação, enquadramento, com muito cuidado. No começo, o pessoal reclamou porque não estava acostumando. Mas o elenco é muito bom, todos gostam. Pro ator não tem muita diferença, temos que nos enfiar no personagem. Foi legal porque a Amora tira a gente da zona de conforto. Fiquei 10 dias na Suíça para me envolver com a história dele, por ser suíço, meio nazista. É sempre muito bom pro artista se aprofundar, é nossa cara que está no ar e fazemos sempre o melhor.

    RD1 - Ainda no ar na novela das 18h, você já está escalado para “O Rebu”…

    José de Abreu - Sim. Já estou ensaiando. É um personagem que é sócio do Tony Ramos e marido da Cássia Kiss, ex-sócio da Patricia Pilar. Todos têm envolvimento com empreiteira. É um policial. Vamos gravar em Buenos Aires, onde ficaremos por 3 semanas, vai ser legal!

    RD1 - A novela “Avenida Brasil” é o maior fenômeno da Globo no exterior atualmente. Você tem acompanhado esse sucesso?

    José de Abreu - Tenho acompanhado pelo Twitter. Eles já me descobriram. No dia que acabou no Equador, teve uma tag “viuvos de ‘Avenida Brasil’” e ela chegou até mim, como chegou do México. Estamos saindo em capas, já saí na Argentina e saiu uma matéria na “Caras” argentina com meu filho. Vera Holtz e eu iremos gravar na Argentina — “O Rebu”  0151 e vai ser uma loucura.

    É um privilégio, é sorte. Não temos ideia quando começamos a fazer. Sabíamos que o autor já tinha feito “A Favorita”, que era muito boa. Acho que foi a primeira vez que a Globo teve um personagem tão fora do parâmetros como o Nilo, e o diretor disse que eu poderia fazer tudo o que eu queria.

    EXCLUSIVO: “O público de hoje cada vez tem menos paciência”, avalia autora de “Joia Rara”

    RD1 - Falando de política, é verdade que você iria sair candidato a deputado Federal?

    José de Abreu - Não. Pintou uma ideia, mas a família foi contra. Pela Globo, tudo bem. Se fosse eleito, eu não poderia gravar nem poderia fazer novela. Eles suspenderiam o contrato, que podemos suspender por interesses particulares. Eles aceitam, sem problema. Seria mais ou menos assim, mas suspender por 4 anos fica difícil!

    RD1 - Saiu no “O Globo” que você doou mil reais para a campanha de fiança do José Dirceu. É verdade?

    José de Abreu - É verdade. Somos amigos desde 1966, fizemos direito juntos, fomos presos juntos e somos amigos há quase 40 anos. Não tive a menor dúvida de ajudar. Só não ajudei os outros porque quando ajudei não dava tempo. O Dirceu foi condenado por corrupção ativa e, na verdade, ele é corrompedor, formação de quadrilha saiu da lista. Lavagem de dinheiro com nome e sobrenome não existe. O Joaquim confessou que o julgamento foi feito pra condenar.

    RD1 - O que você achou das críticas que vieram em relação a origem do dinheiro para as fianças?

    José de Abreu - Tudo o que o PT faz tem gente que vai reclamar. Todos que doaram informaram endereço e CPF declarado com imposto de renda. Não tem nada, podem fuçar. Pelo contrario, as 120 pessoas entraram na justiça contra o Gilmar Mendes, que duvidou da origem do dinheiro. O partido tem militância e é lógico que inventam coisas.

    RD1 - Você é militante do PT. Como você enxerga a situação atual do governo?

    José de Abreu - É um único partido que tem ideologia, podem dizer que somos ladrões, mas fazemos o que devemos fazer, diminuir a pobreza e isso não tem como negar. 260 mil empregos com carteira assinada saíram em fevereiro, 11% a mais que no ano passado. É muito emprego. Aí hoje sai uma pesquisa do ibope que a Dilma é eleita no primeiro turno. Não adianta e imprensa e direita falar que somos ladrões, todos os partidos fazem caixa dois para campanhas, caso contrário, não elegem ninguém. A legislação que tem que mudar.

    RD1 - Na eleição deste ano, a Dilma ganhará no primeiro turno, na sua opinião?

    José de Abreu - Sem a menor duvida, primeiro turno.

    RD1 - E se a Marina concorresse? Atrapalharia?

    José de Abreu - Talvez atrapalharia por vários motivos, porque foi ministra do PT, teve boa votação na eleição passada. Hoje, ela caiu nas pesquisas e saiu de 22% pra 9 %. Perdeu o encanto porque se uniu no PSB e esse cara (Eduardo Campos) faz política há muito tempo, nasceu político e não tem nada de novo. Ele tem ligação com o pessoal do DEM, o povo percebeu que a história dela de nova politica não é nada disso e sim como de qualquer outro. As pessoas querem mudança com a Dilma e não com quem tem confiança.

    RD1 - Suas ideologias ficaram muito famosas na internet. Como você lida com essas redes?

    José de Abreu - Não foi pensado, uso a internet desde 1996. Antes da internet, tinha BBS, chats, depois blog, e-mail, fui fazendo tudo isso. Depois passei pelo Facebook e caí no Twitter, que é mais tranquilo e não sabem quando você está.

  • diretor-interage-com-Cássio-bbb14

    Cássio foi eliminado no paredão do domingo (23)

    A passagem de Cássio pelo “Big Brother Brasil” foi intensa. Jovem, o gaúcho se entregou em todos os sentidos. Foram muitas brincadeiras, bebedeiras e brigas. Eliminado no domingo (23), o participante comentou sua passagem pela casa mais vigiada do país em uma conversa exclusiva com o RD1.

    A maior polêmica da edição até agora está relacionada a um suposto abuso praticado por Marcelo contra Angela, cuja acusação partiu do próprio Cássio. Hoje, mesmo fora do confinamento, ele continua mantendo sua posição e não se arrepende do que disse dentro do reality.

    O brother revelou, ainda, quem acha mais falso no programa e disparou que “cada um usa a arma que tem”, tratando sobre um suposto uso de call center por parte da torcida do Marcelo.

    Confira a íntegra da entrevista:

    RD1 - Como você está agora?

    Cássio - Estou assustado com tudo, mas adorando o carinho das pessoas e adorando saber que, talvez, em algumas partes eu consegui mudar a cabeça das pessoas por direitos melhores.

    RD1 - Você foi eliminado pelo Marcelo. Sua opinião continua a mesma, em relação a briga?

    Cássio - Permanece, claramente, ainda mais vendo os videos e tudo que rolou. Eu luto pelo direito da mulher.

    RD1 - Quem foi mais falso?

    Cássio - Acredito que a Vanessa, mas ela mudou bastante no final do jogo e comecei a gostar mesmo dela.

    RD1 - O que você acha da Angela?

    Cássio - Ainda não sei, mas sinto que ela foi muto falsa comigo.

    EXCLUSIVO: “Tenho amigos gays”, rebate Diego sobre homofobia

    RD1 - Qual a sua opinião sobre o casal Clara e Vanessa?

    Cássio - Hoje acredito que elas se gostam e tudo mais, no inicio achava que era jogo. Torço pra felicidade delas.

    RD1 - Você acusou o Marcelo de uso de call center no Twitter. O que pensa sobre isso?

    Cássio - Não sei muito sobre isso, ouvi boatos e tudo mais. Cada um usa as armas que tem, né? Alguns, boa fé em suas causas, outros… Mas não sei mesmo se é verdade isso!

GRUMFT (ex-catus)
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