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    Renê Thristan estreia hoje no elenco de “Chiquititas”

    O cantor sertanejo Renê Thristan estreia hoje (24) como o novo galã teen da novela “Chiquititas”, maior audiência do SBT. O jovem ator está empolgado com o projeto, onde dará vida a João Pedro — ou JP. Ele será o par romântico da protagonista Mili (Giovanna Grigio) e a nova sensação entre as meninas do orfanato Raio de Luz. Já Mosca (Gabriel Santana), ficará enciumado e não vai gostar nada da chegada dele.

    O RD1 conversou com o ator e cantor com exclusividade para falar de suas expectativas. Confira:

    RD1 - Está ansioso para a estreia?

    Renê - Expectativa está muito grande, foi um momento muito esperado para conseguir concretizar e fui recompensado com um grande personagem. Espero que faça sucesso porque ele é gentil, mexe com musica assim como eu. O JP canta pop rock e acho que a galera vai se identificar.

    RD1 - Você estreia como par da protagonista. Como será?

    Renê - É uma responsabilidade grande, estou confiante e me preparei muito. Tive apoio 100% do SBT, de preparadores de elenco, que me deram muitas dicas. Atuar ao lado da Giovana Grigio é muito bom. Rolou um clima muito bom.

    EXCLUSIVO: “Eles querem fazer o novo ‘Pânico’. Não me enquadro”, revela Rodrigo Capella

    RD1 - O JP será músico, assim como você. É mais tranquilo ainda para você ou aumenta a responsabilidade?

    Renê - Eu fiquei muito feliz que meu personagem vai mexer com música, até porque não vou ter dificuldade. Pra mim foi bom porque já tenho experiência com isso. O João vai entrar com música na novela e não tinha outro pra ser melhor.

    RD1 - Você fica até o fim da história, em 2015?

    Renê - O SBT ainda via confirmar, acredito que vamos ficar um bom tempo porque ele fica no Brasil por causa da Mili. De acordo com o resumo do meu personagem, é provável que eu fique até o final.

    RD1 - Como ficará sua carreira na música sertaneja?

    Renê - A minha carreira musical continua, mas tudo veio pra somar. Vai me ajudar para trabalhar mais ainda. Vou conciliar a carreira de cantor e ator.

  • mundonovelas_Na volta ao SBT, Otávio Mesquita desdenha da Band e da RedeTV!

    Otávio Mesquita estreia no SBT na próxima segunda (28)

    Otávio Mesquita é um dos apresentadores mais divertidos da TV brasileira e, não à toa, suas atrações sempre tendem pro humor. No SBT, onde estreará o “Okay Pessoal!!!” na próxima segunda-feira (28), não será diferente: até a divertida personagem Tabata será resgatada.

    Humor, informação, tecnologia, reportagens especiais, vídeos do arquivo da emissora, diversos colunistas abordando vários assuntos, assim será o novo formato comandado por Mesquita, que revela em entrevista exclusiva ao RD1 detalhes da nova empreitada e, também, trata sobre seu futuro profissional.

    Confira:

    RD1 - Muitas informações a respeito de sua saída da Band foram publicadas na imprensa. Te incomoda quando inverdades são noticiadas ou acha que faz parte do jogo?

    Otávio - Me incomoda quando alguns veículos contratam pessoas que, além de não serem jornalistas, são mal informados e divulgam absurdos. Recentemente, uma pessoa do Rio de Janeiro, que se diz e se apresenta como jornalista, publicou em sua coluna que a Band havia mandado meus pertences em um saco de lixo. Falta de respeito e atitude de baixo nível! Qualquer jornalista que se preze sabe que a informação deve ser checada antes de publicada.

    RD1 - O “Okay Pessoal!!!” terá colunistas que abordarão diversos tipos de assuntos. Como o programa foi formatado?

    Otávio - Em reuniões com minha diretora e equipe. A Andrea Setti — diretora — tem uma visão bem moderna sobre tudo e isso me deixa mais à vontade. Ela cria e eu só alinho e vou administrando as loucuras deles.

    RD1 - O que diferencia o “Okay Pessoal!!!” de suas atrações anteriores, o “Claquete” e “A Noite é uma Criança”?

    Otávio - Todos tem o mesmo DNA. Bom humor, informação e descontração. O “Okay Pessoal!!!” está mais moderno, menos careta. Aliás, nunca foi, mas agora está mais solto!

    RD1 - Como é chegar após Danilo Gentili ter ampliado os índices do SBT no início da madrugada? Aumenta a expectativa?

    Otávio - Claro, Danilo foi importante para o crescimento da madrugada no SBT que já estava latente. Se você perceber, a própria Globo empurrou a programação para mais tarde. Vou bater de frente com Jô, só me ferro! (risos)

    RD1 - Você vai resgatar o arquivo do SBT. Os telespectadores poderão participar, escolhendo o que gostariam de rever?

    Otávio - Sabe que você me deu uma boa ideia? Está vendo como é nosso programa? Vou colocar em pauta. Por enquanto eu vou escolher, até por que conheço o SBT a fundo.

    RD1 - De quem partiu a ideia de usar seu bordão como nome do novo programa?

    Otávio - Foi em uma das reuniões. Estávamos sem saída, aí nosso editor disse: “Okay Pessoallllll!!! Mesquita, esse bordão é seu, que tal ??”. Gritei: “Caramba é esse o nome do programa!” (risos), e deu certo. É o melhor nome de todos que já tive.

    RD1 - Suas atrações costumam apostar no humor. Como é o Otávio no dia a dia, bem humorado também?

    Otávio - 95% humor e 5% preocupação para não perdê-lo. Diria que tenho outras emoções, às vezes triste, emotivo demais, preocupado, nada mais do que isso, mas nervoso.

    RD1 - As pessoas cobram isso, de te encontrarem nas ruas e desejarem que você seja o mesmo Otávio da TV?

    Otávio - Elas percebem. Não sou personagem, sou assim mesmo espontâneo, do bem, sem frescuras, sem assessores, sem empresário. “Do pó nóis veio… pro pó nos vai”. Somos todos iguais. Isso é constitucional, o fato de ser conhecido não me torna diferente de um funcionário meu mais humilde… Já passei alguns perrengues na vida.

    LEIA TAMBÉM: Otávio Mesquita começa a gravar programa no SBT; veja fotos

    RD1 - Seu nome esteve relacionado aos realities “O Aprendiz” e “A Fazenda”. Você realmente encararia um confinamento?

    Otávio - Nem a pau! (risos). Se o Roberto me chamasse e me demitisse com certeza iríamos brigar, sair na porrada! (risos). Mas, de verdade, não seria meu perfil. O único reality show que participo é o meu Instagram @otaviomesquita.

    RD1 - Após quase 30 anos na TV, o que Otávio Mesquita não fez, mas que gostaria de colocar em prática?

    Otávio - Olha, de verdade, está me dando vontade de ter um dia um programa de auditório. Era talk show, mas desisti. Agora me deu um siricutico, quem sabe o Silvio não me chama para apagar algum incêndio? (risos). Mas estou de olho no programa estilo “Programa Livre”.

    RD1 - Era mais fácil fazer TV quando você começou, ou hoje em dia, mesmo com a concorrência com internet e canais pagos?

    Otávio - Nos anos 90 não tinha internet, meu maior concorrente era o travesseiro. Hoje, tem esse mundo de informação, mas eu me alinhei com ele e criei um quadro sobre tecnologia com o Jr. Nannetti que é um expert no assunto e bem conhecido na rede!

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    Rodrigo Capella foi dispensado da RedeTV!

    O programa “Morning Show” da RedeTV!, que atualmente vai ao ar nos finais de tarde, mesmo com esse nome, terá um novo título, “Muito Show”. Do quinteto de apresentadores, a emissora não renovou vínculo com três: Rodrigo Capella, Micheli Machado e Renata Del Bianco.

    Humorista e ator, Capella, com passagens pela MTV e Record, se descobriu como repórter. Ele falou pela primeira vez sobre a não renovação de seu contrato em entrevista ao RD1. Segundo o humorista, todos foram pegos de surpresa: “Quando digo todo mundo, todo mundo mesmo. Inclusive diretor e apresentadores”.

    Durante a conversa, Capela revelou também que a intenção da RedeTV! é criar um novo “Pânico”.

    Confira:

    RD1 - Como você recebeu a notícia do ‘fim’ do “Morning Show” e a não renovação do seu contrato?

    Rodrigo - Fomos todos pegos de surpresa! Quando digo todo mundo, todo mundo mesmo. Inclusive diretor e apresentadores. Não tivemos o que fazer. Chegaram e falaram que o programa mudaria de novo e que a TV tem intenção de fazer algo mais parecido com o “Pânico”. Então eles têm essa vontade. Eu acho que não me encaixava no perfil do programa e não tenho esse perfil. Sou humorista e apresentador, descobri uma veia de repórter bem humorada e foi uma experiência muito legal enquanto durou. Fico feliz de como as coisas aconteceram e novas possibilidades se abrem. É triste quando te pegam no susto, é complicado. Mas tenho certeza que virão coisas boas.

    RD1 - O programa deve virar “Muito Show”. Você participaria se fosse convidado?

    Rodrigo - O que está se desenhando para o programa eu não me enquadro. Não quero zoar famosos na rua e a ideia é que, se for o caso, do programa virar um segundo “Pânico”, eu não me enquadro. Gosto do programa, dou risada, comentamos juntos, Evandro, Gui, mas não me vejo fazendo. Não é de fato o que eu quero pra minha vida, eu sou ator e humorista. Meu sonho sempre foi fazer cinema. Se mantivessem o “Morning Show” que eu fazia, eu ficaria porque descobri uma maneira de fazer direito. Posso ser engraçado sem bater em ninguém.

    EXCLUSIVO: “Vou bater de frente com Jô, só me ferro!”, diz Otávio Mesquita

    RD1 - Como foi o clima quando vocês souberam do término?

    Rodrigo - Adoro as meninas, o Thiago, Zé e todo mundo. Sou um grande admirador do trabalho. Não só como amigo. Quando fiquei sabendo do término, das mudanças, fiquei feliz. As meninas são mais emotivas e não tiveram outros encerramentos de ciclo que é como eu entendo o programa agora. Então, elas não tiveram esse contato com isso. Saí da MTV achando que nada ia acontecer e que nada ia dar certo. Então contei até 10, entrei na “Fazenda”, contei até 10 e estava no “Hoje em Dia”, logo depois no “Morning Show”. Tirando a Renata, que fez “Chiquititas” e era muito novinha, elas não passaram por isso. Ela foi assistir meu show e conversamos mais. A amizade continua e a carreira também. Como fomos pegos de surpresa, fica mais complicado. Fomos avisados do fim do programa e depois que o programa vai mudar, então, até quem passou a notícia não sabia direito. Foi uma grande surpresa. Não tenho mágoa nenhuma, até porque acredito que vai ser bom.

    RD1 - Como você vai direcionar sua carreira?

    Rodrigo - Quero focar no cinema e agora posso fazer isso. O José Padilha me convidou para fazer o próximo filme dele. Vou focar de fato nas coisas que eu gosto. O comédia Preto e Branco é o meu contrato vitalício. É hora de pensarmos em carreira e não em contrato. Antes pensávamos, hoje, graças à Deus não precisamos pensar nisso. Cinema, minissérie. Igual a Tatá, ela pensa em carreira. Quando começamos na MTV, nos preocupávamos em contrato.

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    Sarah Oliveira é atualmente contratada do GNT e apresenta o “Viva Voz Futebol”

    Ela é Sarah Oliveira — a “Sarah da MTV” ou a “Sarah do ‘Disk”, para os saudosos do canal musical. Foram seis anos de trabalho prestados à MTV Brasil, onde comandou o “Disk MTV” e “Top 20 Brasil”, dentre outros. Uma escola que lhe ensinou não apenas a trabalhar em frente às câmeras como também estar apta para produzir um programa em todas as suas fases, do roteiro, passando pela captação e edição.

    Ao sair da MTV Brasil, em 2006, Sarah Oliveira assinou com a Globo, onde fez reportagens para os programas “Vídeo Show” e “Mais Você”. Na sequência, foi liberada pela emissora carioca ao projetar uma atração que seria veiculada pelo “Fantástico”, enquanto quadro. Um diretor da Casa viu no formato potencial para voo solo e, assim, nasceu o “Conexão Direta”, no GNT.

    Logo o programa mudou de nome e nasceu o “Viva Voz”, que já teve especiais com novelas, músicos e, atualmente, em ano de Copa do Mundo, fala de futebol. Os especiais musicais geraram o “Na Trilha da Canção”, documentário que terá sequência em breve, como a apresentadora revela nesta entrevista exclusiva ao RD1.

    Confira:

    RD1 - Você está no ar com o “Viva Voz Futebol” e já declarou não ser muito ligada em futebol. Teve dificuldades para se preparar para esse programa?

    Sarah - Não diria dificuldades, mas tive que aprender algumas coisas. Não sabia nem o que era um zagueiro ou um volante. Mesmo sendo um programa de comportamento e a pauta girar em torno disso, e não do futebol, do esporte em si, fiz questão de ver em vídeo todos os lances mais marcantes dos meus convidados: o carrinho que o David Luis deu pra impedir aquele gol da Espanha no final da Copa das Confederações ou as jogadas lindas do Paulinho pelo Corinthians — ele levou o timão nas costas quando atuava nele — ou qualquer drible e gol do Ronaldo — não é à toa que é ele o “fenômeno”, o que ele fazia no campo é um balé, coisa linda! —; Romário, que não curtia treinar mas entrava no jogo como se tivesse treinado horrores, o homem-gol ou, então, o Zico — mestre! — batendo falta com aquela técnica preciosa dele… Aí eu fiquei bem envolvida e entendendo mais ainda a importância destes caras dentro do futebol. Isso me deixou à vontade com eles. Na Copa, vou até ver um jogo da seleção inteiro, sem me distrair e esperando gol do David e do Paulinho!

    RD1 - O “Viva Voz” te dá muitas possibilidades, já que produziu diversos formatos do programa, como musicais e com autores de novelas, além da versão futebol. Como você avalia esse programa?

    Sarah - O “Viva Voz” é muito eclético, mesmo. A gente pode sempre voltar à grade com especiais ou com temporadas “normais”, depende do momento. Tenho uma equipe unida e querida, todos amigos que estão nesta porque gostam do projeto e sinto que o programa reflete isso. A Fê Thompson, é minha melhor amiga, empresária e produtora executiva. o Esmir Filho — cineasta responsável pelo longa “Os Famosos e os Duendes” e de curtas como “Alguma Coisa Assim” e “Tapa na Pantera” — é meu irmão e consultor editorial, quem formata comigo todos os programas, os especiais e os docs “Na Trilha da Canção”; a Vera Egito — roteirista de “Serra Pelada” e diretora de cinema — dirigiu desde 2010, depois o Daniel Ribeiro — diretor de “Eu Não Quero Voltar Sozinho”. Este de futebol foi a cineasta Flavia Thompson que dirigiu, enfim, todos meus amigos pessoais e todos do cinema. Acho que deu certo misturar estas duas linguagens. Não posso dar detalhes, mas posso adiantar que no segundo semestre teremos novidades em relação ao “Viva Voz” e, no ano que vem, criarei outro “Na Trilha Da Canção” — meu documentário musical e xodó. Tô feliz por isso também. Amo o GNT e ter meus projetos no canal é uma satisfação profissional e pessoal. Tenho orgulho de ter feito parte da MTV e agora do GNT, dois canais que sempre produziram conteúdo inteligente e dos quais sempre fui telespectadora.

    RD1 - Ele já surgiu pensado dessa forma ou vocês foram moldando com o tempo?

    Sarah - Eu tive a a ideia do formato em 2010, este talk show com anônimos fazendo um diálogo com o artista através das locações inusitadas — eu ainda era contratada da Globo e mostrei pro “Fantástico”. Um dos diretores da Globo, o Luiz Gleiser, achou a cara do GNT e que renderia um programa e não um quadro. Então, ele me ajudou a fazer esta ponte. Eu e Esmir formatamos pensando no GNT e minha empresária procurou a Letícia Muhana — diretora do canal na época — e apresentamos. Ela adorou. Aí, “migrei” pra Globosat. A Globo foi muito bacana comigo.

    RD1 - Como você acha que teria sido a aceitação do programa enquanto quadro, na Globo?

    Sarah - Deu muito certo no GNT pois temos muita liberdade editorial e estética. Talvez na Globo, por ser uma emissora aberta, teríamos que mudar a linguagem, a montagem, os planos, os quadros, o uso da go pro, da 5D. Talvez não “caberiam” lá — e algumas locações “modernosas” também não! (risos)

    RD1 - Na Globo você teve passagens pelo “Vídeo Show” e “Mais Você”. Como foi essa fase e a repercussão junto ao público?

    Sarah - Eu fiquei quase cinco anos no “Vídeo Show” e senti muita diferença. Eu vinha da MTV, onde só era conhecida pelo público jovem e teen. Com o “Vídeo Show”, viajei o Brasil todo pra fazer matérias de making off. Acre, Sertão da Paraíba, interior do Sul, etc, e todo mundo assistia e amava o “Vídeo Show”. Era impressionante. Na época, dava 18 pontos de audiência. É muita loucura isso, gente! E eu trabalhava com uma equipe do Rio e outra de São Paulo, gente finíssima que se tornaram grandes amigos. Eu adorava fazer o “Vídeo Show” e viajar! Fiquei um mês na Índia gravando. Dos momentos mais especiais da minha vida pessoal e profissional… inesquecível!

    RD1 - Ainda te ligam à antiga MTV e você também é nostálgica com relação ao canal, sempre compartilha alguma coisa nas redes sociais. Acha que a TV nacional perdeu sem as experimentações que eram promovidas ali?

    Sarah - Olha, o que rolava na MTV era muito pontual e específico. As pessoas que estavam por trás da emissora eram os telespectadores do canal, sabe? Quem estava ali produzindo, dirigindo, fazendo câmera, era quem um dia ligou pra votar no Nirvana no “Disk”. Rolava uma vontade absurda de fazer uma TV que não idiotizasse a audiência, principalmente a audiência jovem. Quase todo mundo ali tinha seu lado B, sua integridade preservados. Posso ser ingênua dizendo isso, mas eu realmente sentia isso.

    As pessoas tinham uma paixão em comum: a música. E também eram muito bem informadas sobre o que rolava no país. Isso faz toda diferença. Gente jovem, com acesso a cultura e com um espírito transformador. A energia que transbordava ali era essa. A gente dividia o mesmo camarim com os outros apresentadores. um camarim micro, isso possibilitava o diálogo, a troca. Não tinha muito isso do glamour da TV, todo mundo ali ralava. Eu e a Person por exemplo, sempre participamos de reuniões de pautas, decupávamos nossas entrevistas, ajudávamos nas montagens delas. O Cazé era um criador e não só um apresentador, entende? Nós tínhamos essa liberdade e essa vontade. Hoje, eu produzo o “Viva Voz” pois aprendi na MTV a fazer isso. Não estávamos ali apenas pra ler TP, a gente tinha que gerar conteúdo. Foram 6 anos de muito amor, trampo e aprendizado, e éramos novinhos, o que deixa uma marca forte na nossa memória afetiva. Foi tudo lindo.

    RD1 - Já conferiu alguma coisa da “nova” MTV?

    Sarah - Não assisti ainda!

    RD1 - Você não expõe muito sua vida pessoal, apesar de dividir um pouquinho de sua fase mãe com os fãs. Qual a diferença da Sarah Oliveira antes e depois de Chloe?

    Sarah - Pois é, eu às vezes consigo que o Thiago — meu marido, low profile total — “libere” que eu poste algumas fotos da Chloe, de relance. Ele não gosta de ver o rosto dela escancarado por aí e eu respeito. Também acho que não iria curtir super expor a pequena. Não combina comigo, embora adore acompanhar as fotos que amigos postam de seu dia a dia. Cada um tem seu perfil e sua proposta de vida e de trabalho. Eu realmente estou muito feliz com ela. Uma menina carinhosa demais. Todo o meu raciocínio mudou, o funcionamento da casa, minha relação com Thiago, com minha mãe, com meus irmãos, enfim, os papéis se modificam! Seu marido e você e agora tem uma continuação viva da parceria de amor e de vida que vocês estabeleceram. Você deixa de ser filha e passa a ser mãe; deixa de ser a irmã super-protetora e passa a aprender a contar com seus irmãos, agora tios. Essa transformação é orgânica e se você tiver serena pra aproveitar o que de interessante e bom ela te traz, é maravilhoso, Você ressignifica os papéis todos. Acho lindo! Então, com certeza terei mais filhos. Tô apaixonada!

    RD1 - Você já declarou não ter babá, totalmente o oposto de muitas famosas, mas é algo que a sua rotina permite, por poder levá-la à produtora e em gravações. Se considera privilegiada por poder trabalhar e ao mesmo tempo estar presente na vida dela?

    Sarah - Na verdade, a pergunta da jornalista era bem enfática: “Você tem babá? Aquelas tradicionais que usam branco?”. Eu respondi que não, e essa é a pura verdade. Eu tenho uma pessoa que me ajuda em tudo em casa e vem todo dia — a Dalva — e uma faxineira que vem duas vezes por semana — Dona Odete. Ambas amam a Chloe. Se eu precisar, dão banho, almoço, passeiam! A Dalva fica 1h a mais se o Thiago não está ou se minha mãe ou minha sogra não podem ficar — quando eu tenho gravações ou eventos de trabalho à noite. O Thiago manja muito de tudo que envolve uma criança, isso traz segurança. E como você disse, ficar com a minha filha é algo que minha rotina permite. Tem gente que se organiza de outras formas e temos que respeitar o funcionamento de cada casa. Chloe é mto minha parceira e me acompanha muito. Quando não é adequado, arranjo meus esquemas. Amamentei por um ano e consegui trabalhar e até viajar a trabalho — tirava leite com a bombinha e deixava armazenado pra quem tivesse com ela dar de dia e o Thiago à noite. Eu a levo na natação três vezes por semana, agora vai começar a escolinha… Vai ser mais fácil! Não sei como será com o próximo filho, mas vou me adaptando… com o maior prazer!

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    Pietra Goa integra o elenco de “Pecado Mortal”

    Pietra Goa vive seu primeiro trabalho na televisão na novela “Pecado Mortal”. Com apenas 10 anos, a jovem atriz nasceu nos Estados Unidos e veio ainda com alguns meses de vida para o Brasil.

    O começo na televisão foi por acaso. Uma agente de elenco a encontrou no elevador de um condomínio e fez convite para um teste. Em conversa com o RD1, ela diz que o momento mais difícil da profissão ocorre quando quando o autor Carlos Lombardi pede para a personagem chorar.

    Confira a íntegra da entrevista:

    RD1 - Pietra, como avalia seu primeiro trabalho como atriz?

    Pietra - Maravilhoso, eu adoro! O que mais gosto é conviver com outros atores mais experientes.

    RD1 - Ser tão nova e já trabalhar é tranquilo para você? E os estudos?

    Pietra - No começo, foi bem radical. Agora, estou me acostumando com esse novo ritmo e tenho certeza que vou passar de ano tinindo.

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    RD1 - Você nasceu nos Estados Unidos. Como foi essa mudança?

    Pietra - Eu vim para o Brasil com alguns meses, nem senti a mudança.

    RD1 - Você domina muito bem o inglês e estuda em uma escola americana. Conta como é…

    Pietra - É muito legal, adoro minha escola. É muito legal aprender duas culturas ao mesmo tempo: a brasileira e a americana. Na minha escola, por exemplo, fazemos cheerleading, que é aquele grupo de líderes de torcida que faz acrobacia e torce pelo time da escola. As festas de Halloween também são muito legais. Mas, ao mesmo tempo, também celebramos o folclore brasileiro. A escola faz festa junina, por exemplo.

    RD1 - Você começou sua carreira por acaso. Como foi?

    Pietra - Uma vizinha que trabalha como empresária de vários atores começou a convencer minha mãe a fazer um book. Ela dizia que eu tinha carisma, que estava escrito nas estrelas e que eu seria uma grande atriz. Fiz o book e logo em seguida fui chamada para um teste na Record. Havia umas vinte meninas concorrendo. Para minha surpresa, passei na primeira fase. Depois, fui para a segunda fase do teste com umas 12 meninas e, mais uma vez, passei. Fiquei muito feliz! Eu nem fazia teatro e nem estudava cinema naquela época.

    RD1 - O que você mais gosta de fazer quando não está gravando nem estudando?

    Pietra - Gosto de brincar com minhas amigas, me maquiar, ir ao teatro e cinema, comer em restaurante japonês e dormir (risos).

    RD1 - Você deseja continuar na profissão e fazer mais novelas?

    Pietra - Sim, quero muito continuar nessa carreira. Me dedico muito porque quero ser uma grande atriz e não só mais um rostinho bonito, como diz minha mãe (risos).

    RD1 - O que é mais difícil no seu trabalho em “Pecado Mortal”?

    Pietra - Chorar quando o Lombardi, que é o autor da novela, escreve na cena: “Rafaela chora”. Dá um frio na barriga!

  • Marcelo-BBB-14

    Marcelo foi o quarto colocado no “BBB14″

    Um dos favoritos ao prêmio do “Big Brother Brasil 14″, Marcelo foi o quarto colocado da atração e deixou a disputa dias antes da final. Em conversa com o RD1, ele revela que, apesar de ter brigado verbalmente com algumas pessoas no reality, aqui fora é bem calmo: “Nunca briguei fisicamente na minha vida com alguém”.

    Dentro do programa, o brother se relacionou com Letícia e Angela. Ele revelou que o envolvimento com Angela foi bem maior. “Com a Letícia foi muito rápido e ela saiu da casa logo. Com a Angela foi um envolvimento muito maior”, conta.

    Confira a entrevista completa:

    RD1 - Hoje, o que você pensa sobre o episódio com o Cássio?

    Marcelo - Saí e vi poucas coisas, nem quis assistir muito. Houve exagero com a palavra que ele utilizou, mas tem coisas que acontecem que tem que se resolver dessa maneira mesmo. O que eu fico tranquilo é que o Brasil todo viu que não houve abuso e isso está muito evidente. Sem necessidade de continuar essa situação.

    RD1 - Se não tivessem te contido, você acredita que partiria para as vias de fato?

    Marcelo - Difícil a gente dizer. Realmente, eu estava bem nervoso. Não tem como eu te dizer como seria, se partiria pra cima ou ele partiria pra cima de mim. Não tem como imaginar.

    RD1 - Aqui fora você é mais calmo que no “BBB”?

    Marcelo - As brigas que eu tive, verbais, sempre foram de acordo com o que eu caracterizava como injusto. Eu sempre cobrei as coisas das pessoas que deveriam proceder de forma diferente. O tom de voz, ou a situação com Cássio e Junior, ou Aline, que jogou o copo de bebida no meu rosto, por exemplo. Me exaltei mais com provocações e fui sincero com meu pensamento em relação a minha indignação. Nunca briguei na minha vida fisicamente com alguém. Aqui fora não, sou mais tranquilo.

    RD1 - Você se envolveu com duas pessoas no “BBB”…

    Marcelo - Com a Letícia foi muito rápido e ela saiu da casa logo. Com a Angela foi um envolvimento muito maior, em todas as questões.

    RD1 – Você pretende se relacionar com a Angela aqui fora?

    Marcelo - No momento, não tenho como cogitar nada. O que eu posso dizer é que o que aconteceu lá, continuaria lá, porque acho que temos personalidades diferentes, apesar de sermos parecidos em alguns aspectos. Não sei até onde ela foi verdadeira comigo nesses três meses. Conversar eu penso, como com qualquer outro. Eu acho que se existe alguma possibilidade de aproximação, tem que ser da parte dela. Da minha não, diante de algumas coisas… É uma aproximação que depende dela.

    RD1 - Quem foi mais falso no programa?

    Marcelo - Me surpreendi com a Aline, com seus altos e baixos e suas posições que mudavam de uma hora pra outra.

    RD1 - Quem você pretende levar como amigo?

    Marcelo - Amizade só com Roni e Poly. São as duas pessoas que fui mais próximo e aqui fora continuaremos a amizade. Com a Poly passei mais tempo compartilhando ideias. Ela é muito pura. Os dois com certeza. Convivi com os 20 e jamais vou virar a cara pra ninguém.

    RD1 - Como está sendo sua relação com a torcida?

    Marcelo - Foi uma coisa que me impressionou muito. Eu não tinha a dimensão do que se passava. O carinho é muito grande e as mensagens são impressionantes. Estou tentando sempre falar com elas. Juntos até depois do fim.

    EXCLUSIVO: “Cada um usa a arma que tem”, diz Cássio sobre polêmica do call center no “BBB”

    RD1 - Com o que você pretende trabalhar?

    Marcelo - Vou aproveitar a visibilidade que o programa me deu. Como tenho contratos, não posso fazer publicidade, mas agora eu vou tentar ver as oportunidades que vão se abrir com presenças. Imaginei sempre ser ator e trabalhar nessa área. Eu, antes de trabalhar como administrador, já modelava e quero ir para a área artística.

    @ToddynhaM Qual foi sua reação ao saber que grande parte do público do “BBB” te considera o campeão do povo?

    Marcelo - Eu fiquei surpreso em saber porque eu não imaginava, nunca imaginei ser campeão. Talvez para os outros eu possa ter tido essa imagem lá dentro, mas, pra mim, nunca. Claro que fiquei muito feliz.

    @AngelQueens2 Se arrepende de algo que fez no “Big Brother”?

    Marcelo - Me arrependo da insistência com a Angela e ficar tentando muito. Mas lá dentro, confinados, ficamos carentes. Mas outras coisas não.

    @FCMarcelaSam Aceitaria fazer trabalhos juntamente com a Angela?

    Marcelo - Profissionalmente, até pode ser. Depende da situação e tipo de trabalho. Talvez pode ser que sim.

    @_isatweets_ Já sabe se vai morar no Rio ou em Curitiba?

    Marcelo - Estou decidindo ainda, mas em Curitiba não fico. Rio de Janeiro ou São Paulo.

  • Geraldo

    O apresentador Geraldo Luís

    O “Domingo Show” registrou queda de audiência após uma estreia em primeiro lugar, batendo a TV Globo, mas segue como um dos principais produtos da Record nestas últimas semanas e sempre “beliscando” a liderança.

    Em uma rápida conversa com o RD1, Geraldo Luís disse que os bons resultados pegaram a equipe de surpresa e falou em “susto de felicidade”. O apresentador ainda definiu a linha que seguirá o programa nas próximas semanas.

    Confira:

    RD1 – Qual foi sua reação após o sucesso da estreia do “Domingo Show”?

    Geraldo Luis - A repercussão do primeiro programa foi muito grande. Tinha um conteúdo forte, histórias bacanas, o “Domingo Show” alcançou a marca de 17 pontos de pico na audiência. Foi um susto de felicidade. A repercussão popular que teve foi uma surpresa muito grande.

    RD1 - Você se inspirou em quem para estar em um programa de TV aos domingos?

    Geraldo Luis - Fui apresentar o “Domingo Show” sem a pretensão de copiar ninguém. Fui sendo eu mesmo. Mas se falarmos em alguma referência, é impossível não falar em Silvio Santos.

    RD1 - Quais serão os passos do “Domingo Show” daqui pra frente?

    Geraldo Luis - Continuaremos misturando jornalismo e entretenimento e falando com o povo.

  • Bernardo Falcone lança quarta música do CD "Beatification"

    Bernardo Falcone lança quarta música do CD “Beatification”

    Bernardo Falcone ficou muito conhecido do público teen por causa do personagem Téo, da versão brasileira de “Rebelde”, que chegou ao fim em 2012 na Record. No entanto, o ator nunca abandonou a carreira musical e, nesta quarta-feira (02), por exemplo, lançou o seu quarto e novo single “On Fire Tonight” com a participação dos ex-integrantes da segunda temporada do “The X-Factor USA”, Lyric145.

    O CD, chamado “Beatification”, está disponível para a pré-venda no iTunes, mas o lançamento oficial acontece no dia 29 de abril. Por isso, o RD1 conversou com Bernardo e o galã teen contou mais detalhes do álbum.

    Confira a entrevista na íntegra:

    RD1 - Você tem se dedicado ao seu primeiro CD há mais de um ano. Depois de todo esse processo, como é vê-lo pronto?

    Bernardo Falcone - O CD já estava pronto há algum tempo. Fiquei me dedicando a alguns ajustes finais, mas percebi que se eu ficasse elaborando demais ia perder o ‘timing’. Eu já estava feliz desde o início de todo o processo criativo. Eu fico muito feliz em ter criado algo em que eu acredito, algo que eu gosto de ouvir e agora é hora de dividir com o mundo.

    RD1 - As músicas são dançantes e voltadas para o público jovem. Como foi a escolha do repertório? Por que as canções são em inglês?

    Bernardo Falcone - Claro que o público jovem é o forte, mas não me limito a dizer que minha música é para um público determinado. Quero botar todo mundo para dançar e se divertir. A escolha pelo inglês veio naturalmente. As letras e os improvisos de melodia vieram assim na minha cabeça. Isso nunca foi o único caminho, mas foi o caminho que acabou acontecendo.

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    Sobre o repertório, os temas são basicamente sobre as minhas experiências de vida, coisas que eu vejo, a maneira que encaro o mundo.

    RD1 - Quais foram as suas inspirações para esse CD?

    Bernardo Falcone - Tudo me inspira. Uma batida me inspira, um som, um pôr do sol, no caso de “On Fire Tonight”. Uma cena, uma expressão do dia a dia. Tudo é música.

    Bernardo Falcone publicou capa do CD nas redes sociais

    Bernardo Falcone publicou capa do CD nas redes sociais

    RD1 - Você sempre usou o seu lado musical mesmo nos trabalhos como ator. Agora, o foco é a carreira de cantor?

    Bernardo Falcone - Eu sou um artista. Eu me expresso por meio da arte. Eu tento contribuir de alguma forma com o mundo por meio da minha arte. Seja atuando, que estou morrendo de saudade, ou cantando. Quando faço um, tenho saudade do outro.

    RD1 -  Você fez “Rebelde” na Record. Como tem sido o apoio dos fãs da novela para o lançamento do CD?

    Bernardo Falcone - Os fãs de “Rebelde” são um presente na vida de todos que participaram daquele projeto. A paixão com que faço meu trabalho se reflete nos sorrisos que eu vejo no rosto deles.

    RD1 - Tem algum projeto novo como ator? Ainda é contratado pela Record?

    Bernardo Falcone - Não estou na Record desde o fim de “Rebelde”. Existem algumas coisas engatilhadas aí, mas nada de concreto. Enquanto isso, vou fazendo música. Mas já estou morrendo de saudades da correria das gravações.

    Ouça o novo single de Bernardo Falcone:

GRUMFT (ex-catus)